Os necessários fazem o site funcionar. Os outros medem quais páginas ajudam e quais anúncios trazem quem precisa da DM11. Você escolhe, e pode rever pelo rodapé.
Cibersegurança
A gente convence a sua IA a fazer o que ela não deveria.
Segurança de sistema de IA não é segurança de aplicação com outro nome. Aqui o ataque chega escrito em linguagem natural, dentro de um texto que o modelo lê, e o que era conteúdo passa a valer como instrução. Trabalhamos a partir das referências reconhecidas de ataque a sistemas de IA, em vez de improvisar.
Você escolhe o alvo. Na aplicação, atacamos o que está exposto: injeção de comando escondida no texto, contorno das restrições, vazamento das instruções internas, abuso das ferramentas que o assistente pode acionar. No modelo e no pipeline, olhamos para trás da aplicação: a procedência dos modelos e dos dados, a chance de envenenar o treinamento ou de extrair o modelo, e a cadeia de suprimentos dos componentes. Os dois juntos cobrem da porta de entrada ao alicerce.
A condução vai de uma passada única, boa para uma primeira leitura, ao ciclo completo com vários profissionais em frentes diferentes, revisão cruzada e reteste depois da correção. Isso pesa aqui porque o mesmo sistema responde de formas diferentes à mesma tentativa em momentos distintos. Uma passada só encontra menos do que parece.
De você precisamos da autorização formal, inclusive a do fornecedor quando o modelo for de terceiro, e dos acessos ao alvo. Você recebe o relatório do red team com cada ataque que funcionou e como reproduzi-lo, o mapeamento das técnicas na base de ataques a sistemas de IA e o plano de correção por prioridade.
As etapas e os entregáveis abaixo descrevem a modalidade A aplicação de IA · Metodologia completa DM11. As outras modalidades aparecem quando você pede a proposta.
Planejamento e autorização
Fechamos o escopo por escrito, definimos janelas, contatos de emergência e as autorizações formais. Nenhum teste começa sem isso.
Ataque adversarial
Tentamos convencer o sistema a fazer o que ele não deveria, encadeando técnicas como um adversário real faria.
Relatório
Consolidamos os achados num relatório em que cada item vem com gravidade, evidência e o caminho de correção. Escrevemos para ser lido por quem vai agir, e não para engordar página.
Revisão cruzada
Um segundo profissional refaz os testes principais, em outro horário. É a etapa que mais pega o que o primeiro passou batido.
Reteste
Depois que o seu time corrige, voltamos e confirmamos item por item que a brecha fechou.
Apresentação
Reunião com a diretoria traduzindo o resultado técnico em risco de negócio e decisão de investimento. Chegamos com a resposta para as perguntas que a mesa sempre faz: o que atacar primeiro, quanto esforço isso pede e o que acontece se nada for feito.
Costuma vir junto
Não é pacote e não muda o que você já escolheu. É o que costuma aparecer logo depois, na experiência de quem já passou por isso.