Campanhas personalizadas
Desenhamos simulações para o seu negócio, com cenários variados por área, cargo e nível de exposição, fiéis às táticas reais dos atacantes.
Os necessários fazem o site funcionar. Os outros medem quais páginas ajudam e quais anúncios trazem quem precisa da DM11. Você escolhe, e pode rever pelo rodapé.

JIGPHISH® | ENGENHARIA SOCIAL
O fator humano está presente em 62% das violações de dados e o phishing aparece em 16% delas, segundo o Verizon DBIR 2026, o Data Breach Investigations Report, o relatório anual de investigação de violações de dados. Nenhuma ferramenta resolve sozinha o fator humano. Com o Jigphish®, você testa, educa e protege sua equipe com simulações realistas, conduzidas com empatia e sem expor ninguém.
62%
das violações envolvem o fator humano
16%
das violações de dados envolvem phishing
41%
da engenharia social já chega por canais fora do e-mail
Fonte dos três números: Verizon 2026 Data Breach Investigations Report, 19ª edição, páginas 12, 48 e 49, com dados de incidentes entre novembro de 2024 e outubro de 2025. Conferidos em 27 de julho de 2026.
COMO FUNCIONA
Zero investimento em ferramentas: nossa equipe de gestão de riscos e comportamento humano cuida de tudo.
Desenhamos simulações para o seu negócio, com cenários variados por área, cargo e nível de exposição, fiéis às táticas reais dos atacantes.
Você recebe relatórios detalhados de comportamento: quem abriu, quem clicou, quem reportou. Identificamos os grupos vulneráveis e acompanhamos a evolução campanha a campanha.
Cada clique em uma simulação vira aprendizado imediato e treinamento direcionado. Trabalhamos com influência e empatia, nunca com manipulação ou exploração do medo.
Acompanhamos as ações dos usuários de forma segura e não intrusiva, com respeito à dignidade dos colaboradores e às exigências de privacidade.
Um programa permanente que fortalece a cultura de segurança e acelera a entrada de novos colaboradores (onboarding), bem além de campanhas pontuais.
Evidências prontas para auditorias e para requisitos regulatórios que exigem programa de conscientização ativo.
AUTODIAGNÓSTICO
Perguntas objetivas sobre o que acontece quando um golpe bem construído chega a alguém do seu time. O resultado mostra onde a defesa é estrutura e onde ela ainda depende da sorte.
Botão no cliente de e-mail, endereço dedicado, contato no chat. O teste honesto: pergunte a alguém fora da TI para onde mandaria.
A leitura de cada área, nas três faixas de resultado. É o mesmo texto que chega por e-mail a quem se identifica, publicado aqui para quem quer entender o que a nota mede antes de responder.
Abaixo de 50
Sem um canal de reporte conhecido e seguro, o primeiro aviso de um golpe real chega tarde ou não chega. Defina um caminho único para reportar, divulgue até virar reflexo e deixe claro que avisar depois do clique nunca gera punição. O aviso rápido de quem caiu vale mais do que o silêncio de quem escapou.
De 50 a 79
O canal existe, mas depende de quem lembra dele e de como cada gestor reage ao erro. O salto desta faixa é responder a cada reporte e tratar publicamente quem avisou como parte da defesa. Reporte sem resposta morre em semanas.
80 ou mais
Cultura de reporte forte nas suas respostas. O refinamento seguinte é medir o tempo entre a chegada do golpe e o primeiro aviso, porque é esse intervalo que define o tamanho do estrago no dia real.
Abaixo de 50
Treinamento raro e genérico prepara o time para o golpe de ontem. Comece com sessões curtas e frequentes, construídas sobre o trabalho real de cada área, e inclua o tema nas primeiras semanas de quem chega. Quinze minutos por trimestre rendem mais do que uma tarde por ano.
De 50 a 79
O treinamento existe, mas em cadência ou profundidade irregular, e a diferença aparece entre as áreas. Ajuste o cenário ao trabalho de verdade: quem paga boleto treina com boleto, quem contrata treina com currículo. Conteúdo genérico produz atenção genérica.
80 ou mais
Treinamento maduro nas suas respostas. O próximo ganho é ligar o conteúdo ao que as simulações mostram: cada campanha revela qual isca ainda funciona, e é ela que define o tema da sessão seguinte.
Abaixo de 50
Sem MFA em toda conta exposta e sem DMARC em modo de rejeição, uma senha pescada vira acesso e qualquer um envia e-mail em nome da sua marca. São os dois controles técnicos de maior retorno contra phishing, e nenhum dos dois exige ferramenta nova.
De 50 a 79
A base existe, mas com exceções, e o atacante procura exatamente a exceção: a conta antiga sem segundo fator, o domínio esquecido sem DMARC. Fechar a cobertura vale mais do que adicionar qualquer camada nova. Depois disso, migre o segundo fator para formas que resistem ao roubo de código.
80 ou mais
Autenticação e e-mail bem cuidados nas suas respostas. O refinamento seguinte é o segundo fator resistente a phishing nas contas de maior privilégio, e o acompanhamento dos relatórios DMARC, que mostram quem tenta usar o seu domínio.
Abaixo de 50
Sem simulação, o primeiro teste real do seu time é o golpe verdadeiro, e ele não devolve relatório. Uma campanha bem desenhada, comunicada com respeito, mostra o ponto de partida sem expor ninguém. O que não é medido não melhora.
De 50 a 79
As simulações acontecem, mas sem cadência firme ou sem medir o que importa. A taxa de clique sozinha engana: a taxa de reporte é a métrica que prevê o comportamento no dia real. Meça as duas, por grupo, e compare campanha a campanha.
80 ou mais
Simulação e medição maduras nas suas respostas. O próximo passo é sofisticar o cenário: iscas específicas por área, canais além do e-mail e a régua de dificuldade subindo junto com o time.
Abaixo de 50
Hoje, um clique bem-sucedido teria de ser resolvido no improviso, e improviso com a sessão do atacante ativa custa caro. Defina agora o passo a passo mínimo: revogar sessões, trocar credenciais e caçar as outras cópias do mesmo e-mail. Escrever isso leva uma tarde e muda o resultado do dia ruim.
De 50 a 79
A resposta existe, mas depende de quem está de plantão. Transforme o improviso em roteiro: quem faz o quê nos primeiros trinta minutos, e um exercício por ano para verificar se o roteiro funciona. Inclua o caso do pagamento: fraude de fornecedor se resolve com processo, não com tecnologia.
80 ou mais
Resposta estruturada nas suas respostas. O ganho seguinte é velocidade: automatizar a revogação de sessão e a remoção do e-mail das outras caixas encurta a janela em que a senha pescada ainda vale alguma coisa.
Abaixo de 50
Se a orientação só cobre e-mail, o atacante troca de canal e encontra campo aberto: SMS, WhatsApp e voz não têm filtro nem botão de reporte. Comece incluindo esses canais no treinamento e combine uma verificação simples para pedidos sensíveis por telefone. O golpe migra para onde ninguém está olhando.
De 50 a 79
Os outros canais estão no radar, mas sem procedimento firme. Falta combinar de antemão como se verifica um pedido sensível fora do e-mail: retorno pelo número que você já tinha, confirmação em canal separado, palavra combinada quando o assunto é crítico. No improviso, a urgência vence.
80 ou mais
Cobertura de canais madura nas suas respostas. Mantenha o procedimento vivo com testes ocasionais por SMS e voz, porque clonar uma voz ficou barato e o próximo pedido convincente pode soar exatamente como alguém da casa.
Rode uma primeira campanha piloto e descubra, com dados, o nível real de exposição do seu time à engenharia social.