Os necessários fazem o site funcionar. Os outros medem quais páginas ajudam e quais anúncios trazem quem precisa da DM11. Você escolhe, e pode rever pelo rodapé.
Governança de IA
Primeiro descubra quanta IA já existe na sua empresa.
Quase toda empresa tem mais inteligência artificial rodando do que imagina: a ferramenta que uma área assinou sozinha, o recurso que veio embutido num sistema já contratado, o assistente que alguém plugou num processo. Levantamos tudo isso, classificamos cada sistema por risco e montamos o plano de tratamento, seguindo as referências de mercado para risco em IA.
O inventário sai de conversa, não de varredura técnica. Cruzamos contratos, acessos e o que as áreas contam do próprio dia a dia, porque é assim que aparece o uso que ninguém aprovou. Cada sistema encontrado entra na faixa de risco aplicável a partir do que ele de fato decide.
Para isso, precisamos de acesso às áreas de negócio, a quem contrata software e à relação de sistemas em uso. Você recebe o inventário completo, a classificação por sistema e, conforme a modalidade, a matriz de risco com o impacto sobre quem é afetado e a avaliação de impacto algorítmico dos sistemas de maior risco.
As modalidades mudam o destino do trabalho. O inventário sozinho é o retrato de partida, e costuma ser a parte mais reveladora. A avaliação de risco transforma o retrato em plano priorizado. O programa completo monta a estrutura que impede o inventário de envelhecer: política de uso, critério para aprovar sistema novo, treinamento e comitê periódico.
As etapas e os entregáveis abaixo descrevem a modalidade Inventário e avaliação de risco. As outras modalidades aparecem quando você pede a proposta.
Entrevistas
Conversamos com TI, segurança e áreas de negócio. Documento diz o que deveria acontecer; a entrevista diz o que acontece.
Inventário dos sistemas de IA
Levantamos o que existe, inclusive o que veio embutido num sistema já contratado e o que alguma área assinou sem passar por ninguém.
Classificação de risco
Enquadramos cada sistema na faixa aplicável a partir do que ele decide, e não do que gostaríamos que ele fosse.
Avaliação de risco
Para cada sistema, perguntamos o que pode dar errado, para quem e com que gravidade, e registramos a resposta com o critério aberto. É daqui que saem a matriz de risco e a ordem do tratamento.
Diagnóstico de lacunas
Comparamos o que existe hoje com o que a referência exige, item a item, e classificamos cada lacuna por risco e por esforço de correção. O resultado sai em ordem de ataque: o que fazer primeiro e por quê, em vez de um inventário de tudo que está errado.
Costuma vir junto
Não é pacote e não muda o que você já escolheu. É o que costuma aparecer logo depois, na experiência de quem já passou por isso.