Os necessários fazem o site funcionar. Os outros medem quais páginas ajudam e quais anúncios trazem quem precisa da DM11. Você escolhe, e pode rever pelo rodapé.
Governança de IA
A governança que prova que a sua IA é conduzida, e não improvisada.
A 42001 é para a inteligência artificial o que a 27001 é para segurança da informação: um sistema de gestão certificável, com escopo definido, papéis, análise de risco, controles e auditoria. Estruturamos esse sistema na sua empresa e a preparamos para a certificação, que é conduzida por um organismo independente. Quem já tem 27001 aproveita boa parte da estrutura, porque as duas normas foram escritas para conviver.
Na prática, o trabalho começa fechando o escopo por escrito e levantando toda a IA em uso, inclusive a que veio embutida em sistemas já contratados. Depois comparamos o que existe com o que a norma exige e ordenamos as lacunas por risco e esforço. Dessa base saem a política de uso de IA, com o critério para aprovar sistema novo, e a declaração de aplicabilidade, que justifica cada controle.
Do seu lado, precisamos de acesso às áreas que contratam e operam IA, aos documentos que já existem e a alguém com mandato para aprovar política. O sistema de gestão é da empresa, não do consultor: escrevemos junto com quem vai operar e treinamos essas pessoas, com registro.
A profundidade é você quem escolhe. Dá para parar no diagnóstico com plano de ação e executar com o seu time, seguir até a implantação completa com evidências organizadas, ou chegar ao ensaio de auditoria e ao acompanhamento durante o trabalho de campo do certificador, com plano de ação corretiva para o que ele apontar.
As etapas e os entregáveis abaixo descrevem a modalidade Adequação completa. As outras modalidades aparecem quando você pede a proposta.
Definição de escopo
Fechamos por escrito o que entra e o que fica de fora, e por quê. Escopo mal definido é a causa mais comum de projeto que estoura prazo.
Inventário dos sistemas de IA
Levantamos o que existe, inclusive o que veio embutido num sistema já contratado e o que alguma área assinou sem passar por ninguém.
Coleta de evidências
Reunimos o que já existe: documentos, configurações e registros. Começamos pelo que a empresa tem, não por um formulário em branco.
Entrevistas
Conversamos com TI, segurança e áreas de negócio. Documento diz o que deveria acontecer; a entrevista diz o que acontece.
Diagnóstico de lacunas
Comparamos o que existe hoje com o que a referência exige, item a item, e classificamos cada lacuna por risco e por esforço de correção. O resultado sai em ordem de ataque: o que fazer primeiro e por quê, em vez de um inventário de tudo que está errado.
Implantação
Colocamos os controles de pé junto com o seu time, escrevemos o que precisa existir no papel e treinamos quem vai operar. Nada é dado por implantado sem estar funcionando na prática e sem alguém do seu lado sabendo sustentar.
Rotina de evidências
Montamos como cada controle prova que funcionou, com responsável e frequência, para a auditoria não virar corrida.
Costuma vir junto
Não é pacote e não muda o que você já escolheu. É o que costuma aparecer logo depois, na experiência de quem já passou por isso.