Os necessários fazem o site funcionar. Os outros medem quais páginas ajudam e quais anúncios trazem quem precisa da DM11. Você escolhe, e pode rever pelo rodapé.
Governança e conformidade
Preparação para o relatório que o seu cliente exige.
Preparamos a sua operação para o exame SOC 2: definimos o escopo, desenhamos os controles, montamos a rotina de evidências e escrevemos a descrição do sistema no formato que a firma de auditoria espera receber. Quando o auditor entrar em campo, nada é improvisado, porque cada controle já sabe quem responde por ele e onde está a prova.
O tipo de relatório muda o trabalho. O Tipo I fotografa o desenho dos controles numa data e serve para destravar um negócio agora. O Tipo II exige um período observado de três a doze meses, com amostras reais de execução, e é o que a área de compras do seu cliente costuma exigir na diligência. Preparamos os dois caminhos, e a rotina de evidências é montada com você antes de o período começar a contar.
Para chegar lá, precisamos das políticas e registros que já existem, de acesso aos responsáveis pelos controles e de clareza sobre qual relatório o cliente pediu. Você recebe o relatório de lacunas, o plano de ação, o conjunto documental aprovado e a descrição do sistema pronta. A firma de contadores independente que assina o relatório é contratada por você, e é assim que a independência se preserva.
Você também escolhe até onde vamos: do diagnóstico com plano de ação, que o seu time executa, até o acompanhamento completo, com ensaio antes da auditoria e presença durante o trabalho de campo.
As etapas e os entregáveis abaixo descrevem a modalidade Tipo II: o filme do período · Adequação completa. As outras modalidades aparecem quando você pede a proposta.
Definição de escopo
Fechamos por escrito o que entra e o que fica de fora, e por quê. Escopo mal definido é a causa mais comum de projeto que estoura prazo.
Diagnóstico de lacunas
Comparamos o que existe hoje com o que a referência exige, item a item, e classificamos cada lacuna por risco e por esforço de correção. O resultado sai em ordem de ataque: o que fazer primeiro e por quê, em vez de um inventário de tudo que está errado.
Implantação
Colocamos os controles de pé junto com o seu time, escrevemos o que precisa existir no papel e treinamos quem vai operar. Nada é dado por implantado sem estar funcionando na prática e sem alguém do seu lado sabendo sustentar.
Rotina de evidências
Montamos como cada controle prova que funcionou, com responsável e frequência, para a auditoria não virar corrida.
Acompanhamento da auditoria
Ensaiamos a auditoria antes, no formato que o auditor vai usar, para os achados aparecerem conosco e não com ele. Durante o trabalho de campo, acompanhamos as sessões e ajudamos o seu time a apresentar a evidência certa na hora certa. O que ainda assim for apontado vira plano de ação corretiva, com responsável e prazo.
Costuma vir junto
Não é pacote e não muda o que você já escolheu. É o que costuma aparecer logo depois, na experiência de quem já passou por isso.