Os necessários fazem o site funcionar. Os outros medem quais páginas ajudam e quais anúncios trazem quem precisa da DM11. Você escolhe, e pode rever pelo rodapé.
EXPOSIÇÃO DIGITAL
Exposição Digital é o retrato pontual do que já está exposto sobre a sua empresa fora do perímetro, entregue uma vez. Credencial de funcionário num vazamento, domínio parecido com o seu registrado por outro, marca usada em golpe, dado à venda em fórum fechado. Você começa sabendo o tamanho do problema, com cada achado validado e ligado ao que fazer, em vez de descobrir pelo cliente que ligou perguntando de um e-mail que você não mandou.
Examinamos os ativos que você nos autoriza a levantar, os seus domínios, a sua marca, os seus executivos, e as fontes ao nosso alcance. Não invadimos sistema, não compramos acesso de criminoso e tratamos o dado encontrado com finalidade de segurança, descartando o que não importa. A foto informa a decisão, ela não remove conteúdo nem responde a incidente: isso vem depois, com quem faz cada uma dessas coisas.
Quem conduz o levantamento
Centro de Inteligência Cibernética próprio
Cobertura de internet aberta, Deep Web, Dark Web e grupos fechados, dentro do que é acessível
Analista que lê o sinal e recomenda a ação, e não só coleta
17 anos de governança, riscos e conformidades
O QUE É
Exposição Digital não é rodar uma ferramenta e mandar a lista que ela cospe. O que se compra é a leitura: alguém que separa o vazamento real da combolist reciclada, que confirma qual credencial ainda importa e que liga o achado ao que o seu negócio não pode perder. Uma foto é uma passada única, com começo, meio e fim: no fim você tem o tamanho do problema, medido, e não uma impressão. E porque a exposição se regenera semana após semana, a foto é ótima porta de entrada e péssima solução final.
A Exposição Digital retrata o que já está exposto agora: credencial, domínio sósia, marca em golpe, dado à venda. Serve para começar sabendo o tamanho do problema antes de decidir o que fazer com ele. Ela não avisa quando algo novo aparecer, porque não é vigilância: esse é o CTI, o passo contínuo que costuma vir depois da foto. Um retrato de janeiro não protege de um vazamento de março, e dizer o contrário seria vender o que a foto não entrega.
De fora, mapeamos vazamento, domínio, marca e o que circula em fórum fechado. De dentro, cruzamos os sinais do seu ambiente com a inteligência de ameaça atual: comportamento que bate com campanha em curso, endereço já sinalizado, técnica conhecida aparecendo. Ver os dois juntos dá o retrato mais fiel do tamanho do problema, porque o que vaza para fora costuma explicar o que aparece dentro.
Cada achado chega datado, validado e ligado ao ativo que ele ameaça, com o que fazer a respeito, num relatório único. Quando a sua empresa responde a uma norma, o mesmo relatório vira evidência: o controle A.5.7 da ISO 27001:2022 pede inteligência coletada, analisada e usada em decisão, e o décimo quarto controle mínimo das resoluções de segurança cibernética do Banco Central pede ação de inteligência com monitoramento em internet, Deep Web, Dark Web e grupos privados. A foto é o artefato que prova essa cadeia num ponto no tempo.
Examinamos as fontes ao nosso alcance, e nem tudo o que circula é acessível. Por isso o valor não está numa promessa de cobertura total, está na leitura do que aparece e na ação que vem depois. Pela mesma honestidade, a foto não remove o conteúdo, não troca a senha vazada, não faz a forense do vazamento nem responde ao incidente: ela informa cada uma dessas decisões, que ficam com quem as executa.
QUANDO FAZ SENTIDO
Em um deles a exigência vem de fora e tem prazo. Nos outros dois ela vem de dentro, quase sempre depois do primeiro susto ou antes de decidir a vigilância.
As Resoluções CMN 5.274 e BCB 538, de dezembro de 2025, com adequação exigida desde março de 2026, listam catorze controles mínimos, e o décimo quarto é ação de inteligência no ambiente cibernético. No mundo da ISO 27001:2022, o controle A.5.7 pede o mesmo: inteligência coletada, analisada e usada em decisão. Empresa que declarou o controle e nunca o executou precisa da evidência, e a foto entrega esse artefato num ponto no tempo. Quando a norma pede periodicidade, a foto é o começo, e a vigilância recorrente é o que a sustenta.
Uma credencial de funcionário apareceu num vazamento, ou um e-mail que a empresa não mandou chegou a um cliente. O incidente pontual foi contido, e ficou a pergunta que a foto responde de uma vez: o que mais já vazou, o que ainda circula, o quanto disso importa. É a saída da reação para o mapa.
Antes de contratar o acompanhamento contínuo, faz sentido saber o tamanho do que já está exposto. A foto mede o problema com critério e, com o retrato na mão, a decisão sobre a vigilância recorrente deixa de ser no escuro: você sabe se o CTI precisa cobrir marca, credenciais, o lado de dentro, ou tudo.
TRADUZINDO O PEDIDO
O tamanho do trabalho não vem do número de achados. Estas são as quatro formas em que o pedido costuma chegar, com o que cada uma significa e o que realmente mexe no esforço.
| O que pediram | O que isso quer dizer | O que muda o tamanho |
|---|---|---|
| Queremos saber o que já vazou da gente | A foto pontual do que está exposto hoje: credenciais e sessões vazadas, domínios sósia, marca em golpe e o que circula em fórum fechado, tudo validado e datado num relatório único. | Quantos domínios de e-mail entram, quantos executivos serão cobertos e se o levantamento olha só de fora ou também de dentro. |
| Precisamos medir a exposição da marca | O retrato de marca, domínios e perfis oficiais fora do perímetro, com o uso indevido, o domínio sósia e o golpe que já usam o seu nome, num ponto no tempo. | Quantas marcas e domínios entram, se a titularidade é sua ou de um parceiro, e quantos perfis oficiais existem para comparar com os falsos. |
| A norma pede a evidência da inteligência de ameaças | O artefato que prova coleta, análise e uso num ponto no tempo, para o décimo quarto controle do Banco Central ou o A.5.7 da ISO 27001:2022. A foto entrega a evidência; a periodicidade, quando exigida, vem com o CTI. | O formato de evidência que o seu auditor aceita e o alcance do levantamento que fecha a exigência. |
| Queremos ver o tamanho antes de assinar vigilância | A foto como dimensionamento: medir o que já está exposto para decidir, com critério, o escopo da vigilância recorrente que virá depois. | Se a foto olha de fora, de dentro ou os dois, porque é isso, e não o volume de alertas, que define o esforço do levantamento. |
A conversa de escopo acontece antes da proposta, e serve para separar a foto pontual da vigilância recorrente. A Exposição Digital dimensiona o que já está exposto; quando o que você precisa é ser avisado do que vier, o serviço é o CTI.
HISTÓRIAS
Trocamos os nomes dos clientes com o mesmo sigilo que vai proteger a sua empresa. Os nomes mudam, o padrão se repete. Quando o cliente autoriza, mostramos referências com nome numa conversa.
Indústria
Um cliente recebeu um e-mail em nome da empresa que ninguém ali tinha enviado. O susto pontual foi contido, e ficou a pergunta: o que mais já estava lá fora?
A Exposição Digital respondeu com um retrato único: credenciais de funcionários em vazamentos ainda válidas, um domínio parecido registrado por outra pessoa e menções em fórum fechado. Tudo validado e datado, com o que fazer em cada caso.
A empresa saiu da reação para o mapa: soube o tamanho real da exposição de uma vez, priorizou o que importava e usou a foto como ponto de partida para decidir a vigilância contínua.
Empresas certificadas
A empresa era certificada em ISO 27001 e tinha declarado o controle de inteligência de ameaças sem nunca tê-lo executado de verdade. A auditoria seguinte ia pedir a evidência, e não havia nenhuma.
Entregamos a Exposição Digital, o retrato pontual do que já estava exposto: credenciais em vazamento, domínios parecidos e o que circulava sobre a empresa fora dela. Cada achado saiu validado, datado e ligado ao controle que ele evidencia.
O que era uma lacuna de compliance virou um artefato auditável, a prova de que a inteligência foi coletada, analisada e usada em decisão. A partir da foto, a empresa decidiu manter a vigilância contínua, com o retrato na mão.
COMO CONDUZIMOS
Cada fase termina com alguma coisa que você consegue conferir sem depender da nossa palavra. É esse o ponto: um relatório que a sua auditoria consegue ler vale mais do que uma tela cheia de achados que ninguém abre.
Cadastramos os domínios, as marcas, os perfis oficiais e os executivos a cobrir, e combinamos por escrito o que entra no levantamento e o que fica fora. Para o lado de dentro, definimos o acesso à telemetria que vamos cruzar. Como a foto é uma passada única, é aqui que se decide o alcance: de fora, de dentro, ou os dois.
Ativos cadastrados, com marcas, domínios, perfis e o que é de terceiro
Escopo escrito, com o que entra no levantamento e o que fica fora
Acesso à telemetria interna combinado, quando o lado de dentro entra
Alcance da foto definido: de fora, de dentro ou os dois
Marco de entregaEscopo e acessos combinados por escrito, sem ponto de cobertura em aberto.
Coletamos das fontes ao alcance, internet aberta, Deep Web, Dark Web e grupos fechados, e validamos antes de qualquer achado entrar no relatório. Validar é o que separa achado útil de ruído: deduplicar o repetido, datar o que apareceu, descartar a combolist reciclada que só reembala vazamento antigo, e confirmar qual credencial ainda importa. Sem esta fase, a foto seria um despejo de dados que não move decisão nenhuma.
Achados coletados das fontes acessíveis, sem promessa de cobertura total
Repetição removida e cada achado datado
Combolist reciclada descartada, com o motivo registrado
Confirmação de qual credencial ainda é válida e importa
Marco de entregaCada achado datado e classificado, sem combolist reciclada no relatório.
Cada achado validado é ligado ao ativo que ameaça e ao que o seu negócio não pode perder, e priorizado por isso, não pela ordem em que apareceu. Quando a sua empresa responde a uma norma, o achado também é ligado ao controle que ele evidencia, o A.5.7 da ISO 27001:2022 ou o décimo quarto controle das resoluções do Banco Central. É essa ligação que transforma um achado em evidência e em ação.
Cada achado ligado ao ativo e ao risco de negócio
Prioridade definida pelo impacto, não pela ordem de chegada
Ligação ao controle de norma, quando a empresa responde a uma
Ação recomendada por achado, com o dono da ação apontado
Marco de entregaCada achado com dono, prioridade e ação recomendada.
A foto se fecha num relatório único: o que já está lá fora, o quanto importa e o que fazer com cada achado, lido com o seu time. É essa leitura que a norma cobra quando pede que a inteligência seja usada, e é também o momento em que se decide o passo seguinte: se a exposição pede vigilância contínua, a conversa do CTI começa com o retrato na mão, e não no escuro.
Relatório único do que está exposto, com o que fazer em cada achado
Prioridade e dono de ação registrados por achado
Leitura do relatório com o seu time, com as decisões anotadas
Recomendação sobre o passo seguinte, quando a exposição pede vigilância
Marco de entregaRelatório entregue e lido, com as decisões e o passo seguinte anotados.
COMO A FOTO ROLA
Não publicamos prazo nem preço porque escopo de levantamento varia muito, e número publicado vira promessa. A primeira conversa já mostra em qual destes fatores a sua empresa está, e é ela que produz o requisito de escopo.
Uma marca com poucos domínios anda leve. Um grupo com várias marcas, dezenas de domínios, perfis oficiais em muitos canais e executivos a cobrir consome mais. A titularidade também pesa: levantar o que é seu é direto, e o que pertence a um parceiro exige combinar antes.
O levantamento externo cobre vazamento, domínio e marca. O interno cruza a telemetria do seu ambiente com a ameaça atual, e exige acesso combinado. Os dois juntos dão o retrato mais fiel e são o escopo que mais mexe no esforço, mais do que a parte técnica.
Parte do que circula está em fonte aberta e é rápida de cobrir. Parte está em grupo fechado ou em fórum de acesso restrito, e nem tudo é acessível. O escopo diz honestamente o que dá para cobrir, em vez de prometer o que ninguém entrega.
PERGUNTAS FREQUENTES
As dúvidas que aparecem em quase toda primeira reunião, respondidas sem rodeio.
É o mesmo trabalho em dois tempos. A Exposição Digital é a foto pontual: o retrato do que já está exposto hoje, entregue uma vez. O CTI é a vigilância contínua que costuma vir depois: o aviso quando algo novo aparece, na frequência combinada. A foto mostra o tamanho do problema e é ótima porta de entrada; ela não avisa do que vier depois, porque a exposição se regenera e um retrato de hoje não protege do vazamento de amanhã. Por isso a foto dimensiona, e o CTI mantém.
Não. A ferramenta coleta e lista. A Exposição Digital lê o que a ferramenta trouxe: separa o vazamento real da combolist reciclada, confirma qual credencial ainda importa, liga o achado ao seu ativo e diz o que fazer, num relatório único. Uma lista crua que ninguém interpreta não é um retrato, é ruído com carimbo. Tanto o controle A.5.7 da ISO 27001:2022 quanto o décimo quarto controle das resoluções do Banco Central pedem justamente isso: que a inteligência seja usada em decisão, e não só recolhida.
Não, e é aqui que a divisão importa. A Exposição Digital é uma passada única: retrata o que está exposto no momento em que é feita. O aviso do que vier depois é o CTI, a vigilância recorrente. Fazer a foto e esperar que ela proteja para sempre é o erro que a gente evita dizendo desde já: o retrato é de hoje, e a exposição de amanhã pede vigilância.
Não. A troca da credencial vazada ou a redefinição de senha fica com o seu time de TI, depois do relatório. O nosso papel é levantar cedo, confirmar que a credencial ainda importa e dizer o que fazer. Pela mesma divisão, a foto não remove o conteúdo, não faz a forense do que causou o vazamento nem responde ao incidente: ela informa cada uma dessas decisões, que ficam com quem as executa.
Ela entrega a evidência num ponto no tempo. As Resoluções CMN 5.274 e BCB 538, de dezembro de 2025, com adequação exigida desde março de 2026, pedem ação de inteligência no ambiente cibernético, e o A.5.7 da ISO 27001:2022 pede inteligência coletada, analisada e usada em decisão. A Exposição Digital prova essa cadeia num levantamento; quando a norma pede periodicidade, a foto é o começo e o relatório recorrente do CTI é o que sustenta a exigência ao longo do tempo.
Não, e vale desconfiar de quem garantir. Examinamos as fontes ao nosso alcance, e nem tudo o que circula é acessível: parte está em grupo fechado, parte nunca aparece em lugar que dê para ver. Por isso o valor não está numa promessa de cobertura total, está na leitura do que aparece e na ação que vem depois. Um levantamento honesto diz o que cobre e o que não cobre, em vez de prometer o impossível.
Uma conversa curta define o escopo e mede o que já está exposto hoje. Serve para dimensionar a foto pontual com critério e, com o retrato na mão, decidir se a exposição pede a vigilância contínua do CTI, sabendo exatamente o que você recebe em cada etapa.