Os necessários fazem o site funcionar. Os outros medem quais páginas ajudam e quais anúncios trazem quem precisa da DM11. Você escolhe, e pode rever pelo rodapé.
Proposta
Nossos profissionais assumem o papel de invasor e testam o seu ambiente como um ataque real faria: encadeando falhas, contornando defesas e indo até onde der. No fim, você não recebe uma lista de alertas, recebe a prova do que um atacante conseguiria e o caminho para fechar cada brecha.
Nesta página não aparece preço. Aparece escopo: o que fazemos, como executamos, quem executa e o que não está incluso. Quem lê o seu pedido é o time que vai te atender, e ele volta com a proposta e com tempo para conversar sobre ela.
Um especialista tenta invadir de verdade, e prova o que dá para fazer.
Colocamos um especialista no papel de invasor para testar o seu ambiente como um ataque real faria: encadeando falhas, contornando defesas e indo até onde o cenário permitir. O objetivo não é entregar uma lista de alertas de ferramenta. É provar o que um atacante conseguiria fazer no seu caso e mostrar o caminho para fechar cada brecha.
Dois pontos definem a profundidade do trabalho. O primeiro é quanta informação temos ao começar: partir do zero simula o atacante externo que só achou você na internet, partir com acesso de usuário aprofunda o teste da aplicação, e ter documentação e código em mãos rende mais falhas por hora de trabalho. O segundo é o rigor da condução, que separa uma passada única de um ciclo com vários profissionais em paralelo, revisão cruzada e reteste.
Antes de qualquer teste, fechamos escopo, janelas de execução e autorização por escrito. De você precisamos do aval formal e dos acessos que a abordagem escolhida exigir. No fim, você recebe o relatório técnico com cada falha e como reproduzi-la. Na metodologia completa entram também o relatório executivo, o plano de correção por prioridade, o reteste depois das correções e a apresentação para a diretoria.
Planejamento e autorização
Fechamos o escopo por escrito, definimos janelas, contatos de emergência e as autorizações formais. Nenhum teste começa sem isso.
Reconhecimento
Levantamos o que existe, o que está exposto e por onde um atacante começaria. Mapeamos serviços, domínios e pontos de entrada antes de tocar em qualquer coisa, porque um alvo bem entendido rende mais do que uma ferramenta ligada às cegas.
Exploração
Tentamos explorar de verdade, encadeando falhas como um ataque real faria, até provar até onde é possível chegar.
Revisão cruzada
Um segundo profissional refaz os testes principais, em outro horário. É a etapa que mais pega o que o primeiro passou batido.
Reteste
Depois que o seu time corrige, voltamos e confirmamos item por item que a brecha fechou.
Apresentação
Reunião com a diretoria traduzindo o resultado técnico em risco de negócio e decisão de investimento. Chegamos com a resposta para as perguntas que a mesa sempre faz: o que atacar primeiro, quanto esforço isso pede e o que acontece se nada for feito.
Costuma vir junto
Não é pacote e não muda o que você já escolheu. É o que costuma aparecer logo depois, na experiência de quem já passou por isso.