Os necessários fazem o site funcionar. Os outros medem quais páginas ajudam e quais anúncios trazem quem precisa da DM11. Você escolhe, e pode rever pelo rodapé.
Proposta
Sentamos com quem toca cada processo e perguntamos o que acontece se ele parar hoje, amanhã, na semana que vem. Sai dali o que a empresa aguenta ficar sem, por quanto tempo e quanto perde a cada hora. É a análise que transforma a discussão de continuidade em número, e sem ela qualquer plano de recuperação é chute sobre o que é urgente.
Nesta página não aparece preço. Aparece escopo: o que fazemos, como executamos, quem executa e o que não está incluso. Quem lê o seu pedido é o time que vai te atender, e ele volta com a proposta e com tempo para conversar sobre ela.
Quais processos não podem parar, e a partir de quando dói.
Sentamos com quem toca cada processo e perguntamos o que acontece se ele parar hoje, amanhã, na semana que vem. Dessa conversa sai o que a empresa aguenta ficar sem, por quanto tempo e quanto perde a cada hora de parada. É o levantamento que transforma a discussão de continuidade em número. Sem ele, qualquer plano de recuperação é chute sobre o que é urgente.
Na prática, começamos mapeando quais processos existem, quem responde por cada um e do que ele depende para funcionar. Depois coletamos o impacto, processo a processo, e consolidamos: a ordem de criticidade com o critério explicado, o tempo máximo de parada e a perda máxima de dados aceitáveis em cada caso, e o custo da interrupção ao longo do tempo.
Do seu lado, precisamos de agenda com os donos de processo e de acesso a quem responde por cada área; quando já existe processo mapeado em documento, o caminho encurta. A modalidade escolhida muda a profundidade: a conversa presencial revela dependências que não estão em documento nenhum e termina validada com a diretoria, enquanto o questionário é mais rápido e funciona bem para atualizar um levantamento que já existe.
Definição de escopo
Fechamos por escrito o que entra e o que fica de fora, e por quê. Escopo mal definido é a causa mais comum de projeto que estoura prazo.
Mapeamento dos processos
Levantamos quais processos existem, quem responde por cada um e do que ele depende para funcionar: sistemas, pessoas, fornecedores e outros processos. É esse retrato que define onde vale aprofundar e o que pode ficar de fora.
Coleta de impacto
Perguntamos, processo a processo, o que acontece se ele parar por uma hora, um dia, uma semana. É daqui que sai o número.
Validação com a diretoria
Levamos o resultado a quem decide. Prazo de retomada é decisão de negócio, não escolha técnica.
Relatório
Consolidamos os achados num relatório em que cada item vem com gravidade, evidência e o caminho de correção. Escrevemos para ser lido por quem vai agir, e não para engordar página.
Costuma vir junto
Não é pacote e não muda o que você já escolheu. É o que costuma aparecer logo depois, na experiência de quem já passou por isso.